A inteligência artificial está a transformar rapidamente o sector segurador português. Desde a subscrição automática de riscos até à detecção de fraude, passando pela gestão de sinistros e apoio ao cliente, as seguradoras operam hoje num ambiente cada vez mais digital e orientado por dados. Neste contexto, o Regulamento Europeu da Inteligência...
Aqui, sem pressa, as ideias fluem ...
Continuamos a não querer ver o elefante que há na sala no mercado segurador português: a troca de dados entre mediadores e seguradoras ainda fala demasiados dialectos. Cada seguradora com o seu portal, o seu ficheiro, o seu "template", o seu mapeamento. Funciona? "Até agora, mais ou menos..." . Tem escala? "Não!"
O marketing B2C no sector de seguros é, acima de tudo, uma disputa por atenção + confiança + velocidade. O consumidor continua a preferir uma experiência híbrida (humana + digital), mas exige cada vez mais conveniência, resposta rápida e mensagens relevantes.
O modelo de gestão comercial assente quase exclusivamente no "muito Excel + email" é um cenário comum em muitas empresas, sejam elas de mediação de seguros ou não.
Mas existe mais do que um modelo? Sim, existem vários modelos e tipos, mas tendo em conta apenas o objectivo final do projecto, começamos logo por ter dois modelos principais: a IA Generativa e a IA Preditiva, cada uma servindo propósitos diferentes e oferecendo funcionalidades distintas.
As mudanças do sector segurador em 2024 foram impulsionadas por 3 factores principais: avanços tecnológicos, fusões e aquisições e maior exigência dos clientes.
Uma empresa com uma marca bem definida, não só se diferencia dos seus concorrentes, mas fundamentalmente comunica de forma clara aos seus clientes quais são os seus valores, experiência, modelo de negócio e atitude.
Equívocos sobre a Inteligência Artificial
Infelizmente é hoje comum muitas empresas de software dizerem que o software de gestão que produzem/vendem tem Inteligência Artificial, apenas porque esse software é capaz de executar um par de processos automáticos e pouco mais…
Os dedos das minhas duas mãos chegam para contar quantos clientes eu testemunhei que tiveram um processo de escolha de software estruturado e baseado num estudo claro, objectivo e documentado dos seus requisitos (funcionais e financeiros) de curto, médio e longo prazo.
Sim, é mesmo disso que estamos a falar: a criação de um Modelo de Integração de Dados na Actividade Seguradora (M.I.D.A.S.).










